terça-feira, 10 de julho de 2012

4 coisas boas e 4 ruins no novo tablet do Google


Anunciado ontem durante o Google I/O, o tablet Nexus 7 será vendido por 199 dólares nos Estados Unidos. Veja alguns detalhes sobre ele.


Tablet Nexus S, fabricado pela Asus para o Google
O Nexus S começa a ser entregue na metade de julho em quatro países: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália

São Paulo — Um tablet barato, com duas marcas respeitáveis estampadas na embalagem, pode ser o que falta para o sistema Android decolar nesse tipo de aparelho. E é isso que oGoogle e sua parceira Asus anunciaram na quarta-feira, durante o Google I/O. Se as duas empresas conseguirem atender à demanda sem engasgos, o novo tablet Nexus 7 pode se tornar um grande sucesso.

Onde o Nexus 7 acerta
 Conteúdo abundante
A principal função de um tablet é oferecer acesso a conteúdo da internet. O Google já oferece 600 mil apps (mas poucos foram criados para uso em tablets) em sua loja online Google Play. A loja também tem o que a empresa descreve como a maior coleção de e-books do mundo, além de músicas e filmes. No Google I/O, a empresa anunciou que passa a vender também programas de TV. E isso se complementa, é claro, com acesso a todos os serviços disponíveis na web, incluindo o YouTube e as redes sociais. 
2 – Hardware potente e completo
No hardware, o Nexus 7 iguala o iPad 2 e supera, de longe, o Kindle Fire, da Amazon. Na prática, isso significa que quem comprar o Nexus 7 não deve reclamar de lentidão ou de baixa qualidade das imagens. A resolução de 1.280 por 800 pixels é muito boa para uma tela de 7 polegadas. Do tipo IPS, essa tela oferece amplo ângulo de visão. O processador tem quatro núcleos principais e doze núcleos de processamento gráfico. É poder computacional suficiente para rodar jogos complexos com animações 3D de qualidade.
O Nexus 7 também tem um bom conjunto de sensores, incluindo GPS, giroscópio e acelerômetro. Tem, ainda, uma câmera frontal para videoconferência. Para completar, vem com a conexão sem fio NFC, que facilita a comunicação com outros aparelhos a curta distância. Resumindo, o Nexus 7 é um modelo básico, mas que traz a tecnologia mais recente a bordo.
3 – Bateria de fôlego
O Google divulgou que o Nexus 7 aguenta de 8 a 10 horas de uso sem recarga da bateria (o tempo depende das atividades que o usuário realiza no tablet). Nesse aspecto, ele não fica atrás dos principais concorrentes.
4 – Preço certo
Na versão com 8 gigabytes de capacidade, o Nexus 7 custa 199 dólares nos Estados Unidos. É o mesmo preço do Kindle Fire, da Amazon, e metade do que custa o iPad 2, o tablet mais barato da Apple. O exemplo do Kindle Fire mostra que o preço baixo pode ser um atrativo decisivo. Mesmo sendo comercializado apenas nos Estados Unidos, o tablet da Amazon chegou a ser o segundo mais vendido no mundo no final do ano passado. 
Na versão com 16 gigabytes de capacidade, o preço do Nexus 7 sobe para 249 dólares. É um valor ainda atraente para um tablet com a mesma capacidade do iPad 2 atualmente à venda, que custa 399 dólares.
O que pode desagradar no tablet do Google
1 – Os apps não são tão interessantes
Boa parte do sucesso do iPad deve-se aos ótimos aplicativos criados para ele. Alguns têm qualidade visual impressionante, especialmente na tela de alta resolução do novo iPad. No lado do Android, infelizmente, o cenário não é tão interessante.Por causa da enorme variedade de tamanhos de tela dos dispositivos com Android, o Google encoraja o desenvolvimento de apps capazes de se adaptar a qualquer formato. E o resultado nem sempre é bom. Alguns aplicativos, quando vistos no tablet, parecem ser apenas versões ampliadas de títulos concebidos para smartphones, que não aproveitam bem a tela maior.
2 – São só 7 polegadas
A tela de 9,7 polegadas do iPad representa um bom compromisso entre portabilidade e espaço para visualizar sites da web, filmes, fotos e páginas de revista, por exemplo. Muitos usuários podem estranhar a telinha menor do Nexus 7, onde esses conteúdos vão ficar mais apertados. Naturalmente, o tamanho escolhido pelo Google também tem vantagens. Ele barateia o tablet e o torna mais fácil de segurar e carregar. O Nexus 7 pesa só 340 gramas, contra 650 gramas do novo iPad.
3 – Não há 3G
A falta de conexão pela rede celular 3G (ou 4G) pode tornar o Nexus 7 pouco atraente para empresas e alguns usuários. Vendedores e outros profissionais que trabalham em campo geralmente precisam do 3G para se manter ligados à rede corporativa e à internet. Mas muita gente já tem um smartphone capaz de compartilhar o acesso à internet via Wi-Fi (tanto o Android como o iPhone fazem isso), o que torna o 3G dispensável no tablet.
4 – Apenas uma câmera
Diferentemente do iPad, que tem duas câmeras, o Nexus 7 conta com apenas uma. Ela fica na frente, para uso em videoconferências. O raciocínio por traz disso é o mesmo aplicado ao 3G. Se o usuário já tem um smartphone com uma boa câmera, ele não vai sentir falta de uma câmera de maior resolução no tablet. 
Também falta, no Nexus 7, um conector para cartão de memória, item presente em outros tablets com Android. Esse conector permitiria, ao usuário, expandir a capacidade de armazenamento do aparelho.



Empresa detecta primeiro vírus para iPhone e iPad


Vírus estava escondido num programa chamado Find and Call, que estava disponível na App Store, a loja de aplicativos da Apple

iPhone 4S, da Apple
iPhone 4S, da Apple: vírus estava escondido num programa chamado Find and Call

São Paulo – O time de especialistas em segurança digital da Kapersky, empresa russa de antivírus, detectou o primeiro vírus para o iOS, da Apple – sistema que equipa o iPad e o iPhone.
O vírus estava escondido num programa chamado Find and Call, que estava disponível na App Store, a loja de aplicativos da Apple.
Segundo informações da Wired, o app – cuja proposta era organizar a lista de contatos – roubava dados como e-mails e números de telefones da agenda do iOS. Estes dados eram vendidos no mercado negro e, também, colocados em lista de spams – que, inclusive, oferecia link para baixar “gratuitamente” o Find and Call.
O programa foi baixado por milhares de pessoas. Depois de muitas reclamações e identificar o problema, a Apple retirou o Find and Call da App Store – segundo a empresa, ele violava as diretrizes da loja de aplicativos.
O aplicativo malicioso conseguiu um feito: ele foi o primeiro a driblar o processo burocrático e rigoroso da Apple, que analisa detalhadamente todos os programas que são oferecidos via App Store.
Google Play – A loja de aplicativos do Android também ofereceu o Find and Call por algumas horas.
Alguns usuários baixaram o programa e depois de perceber que ele era um malware o denunciaram ao Google. A empresa, contudo, agiu rápido e evitou que ele fosse muito baixado e se espalhasse entre os usuários.

Qual a diferença entre um Roteador Wireless e um Access Point?


rede Qual a diferença entre um Roteador Wireless e um Access Point?
Há um bom tempo atrás explicamos a diferença entre Hubs, Switches e Roteadores. Mas percebemos uma outra dúvida na cabeça da galera aqui do blog: Qual a diferença entre Roteador e Access Point? E decidi escrever este artigo para solucionar alguns entraves sobre estes dois excelentes equipamentos. Você vai saber hoje quais são as principais diferenças entre eles, quando usar cada e ao final do post leia dois estudos de caso onde ilustraremos situações reais onde cada um desses equipamentos podem ser aplicados. Vamos lá.

Para que serve um Roteador?

Um roteador é usado para conectar redes diferentes entre si. No caso dos usuários domésticos e da maioria das pequenas empresas, o roteador é aqueleroteador Qual a diferença entre um Roteador Wireless e um Access Point? equipamento que conecta a nossa rede à Internet. Este pequeno equipamento compartilha a internet (que vem de um modem ADSL, de um cabo ou de outro meio) com os demais equipamentos da nossa rede. A Internet entra numa porta chamada WAN e é compartilhada através das portas chamadas LAN do seu roteador.
Pois bem, o roteador da imagem ao lado só consegue compartilhar a internet através de cabo, ou seja, se eu tiver um notebook no local onde este roteador está instalado e quiser usar a internet que vem dele, precisarei conectar um cabo desse router ao meu notebook.

O Roteador Wireless

Já um roteador wireless compartilha a internet tanto através de cabos, quanto através de suas antenas. Ou seja, você não precisará de cabos para conectar o seu notebook à internet. Abaixo você pode observar um roteadorW-R2000NL da marca C3Tech, como podemos ver ele já acompanha uma antena removível de 5db, que é utilizada para transmitir o sinal sem fio (Wireless).
roteador c3tech Qual a diferença entre um Roteador Wireless e um Access Point?
Porém existem roteadores Wireless que não possuem antenas externas, mas possuem antenas internas que transmitem o sinal da mesma maneira.
Mas resumindo: Um roteador wireless pega o sinal que vem diretamente da internet e compartilha ele através dos cabos e das suas antenas, permitindo o acesso com ou sem fio à internet.

Tá, mas e um Access Point, o que ele faz?

Antes de mais nada, saiba que um Access Point e um Roteador Wireless, na maioria das vezes, são bem parecidos, fisicamente.access point Qual a diferença entre um Roteador Wireless e um Access Point?
Um Access Point, ou simplesmente AP, pode ter várias funções. A primeira delas é a função de repetir um sinal. Sabe quando você está com seu notebook bem longe da antena que propaga o sinal sem fio e esse sinal está bem fraquinho? Pronto, se você pôr um AP na metade do caminho para atuar como repetidor, ele vai pegar o sinal que estará chegando com 50% de intensidade, eliminará os ruídos e retransmitirá o sinal com 100% de intensidade. Em suma, ele serve para aumentar o alcance da sua rede sem fio.
A segunda função do AP é transformar o sinal que vem de um cabo, num sinal sem fio. Daí você me pergunta “Não é melhor comprar um roteador sem fio?”, daí eu volto à explicação sobre roteadores… Um roteador é usado para conectar redes diferentes entre si. Então se você quer pôr rede sem fio na sua empresa – que teoricamente está na mesma rede – você deve comprar um Access Point e não um roteador.
A terceira e última função de um roteador é transformar sinal sem fio em sinal com fio. Pode parecer meio estranho essa aplicação, mas imagine uma situação onde precisamos conectar duas filiais que distam 2km entre si e o custo para puxar cabos de fibra óptica é muito elevado. Nesta situação poderíamos conectar as empresas através de um link sem fio e posteriormente transformar esse sinal que trafega pelo ar em sinal trafegável por cabos.
Nem todo AP possui todas as funções. Ele pode ter somente uma dessas ou todas elas.
Para resumir a história: Se você quer aumentar o alcance do seu sinal seu fio, transformar o sinal cabeado em sinal wireless ou transformar sinal wireless em cabeado, use um AP.

Estudando alguns casos

Caso 1: Tenho um modem roteado e só uso notebooks na minha casa. Que tipo de equipamento devo comprar?
Se o seu modem já for roteado, ou seja, se conecta sozinho à internet, sem precisar fazer discagem alguma no computador, então o correto seria você comprar um AP (já que não vai precisar compartilhar sua internet através de cabos), ligando o modem a ele e pondo-o pra transformar sinal cabeado em sem fio. Mas… Um AP normalmente custa o dobro de um roteador, então aconselho você a “desrotear” seu modem e conectá-lo à porta WAN do seu roteador wireless, economizando aí 50% do valor de um AP.
Caso 2: Na minha empresa já tenho um roteador que difunde sinal sem fio, mas em alguns cantos esse sinal não chega com uma boa intensidade, o que faço?
access point kozumi Qual a diferença entre um Roteador Wireless e um Access Point?
Você deve comprar um AP, como o da imagem ao lado, que é um Access Point da Kozumi, que é próprio para esta utilização. Agora o modo como ele vai operar só vai depender de onde ele deverá ser instalado. O ideal é que você mande um cabo do roteador/switch até o AP para que ele transforme o sinal cabeado em sinal sem fio. Dessa maneira é a comunicação é mais garantida e mais rápida, já que ela “caminhará” por uma mídia mais confiável, que é o cabo. Caso você não queira/possa mandar um cabo do roteador até o AP, ponha o Access Point num local onde o sinal chegue com uma intensidade maior que 30%, e ponha-o para atuar como repetidor.
Acho que depois desta minuciosa explicação você conseguiu entender a diferença entre esses equipamentos. Agora, navegue a vontade no Blog, e não esqueça de acessar o site da Mundomax, para conferir os preços dos roteadores e Access Point.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Compartilhar conexão de internet com Windows 7 (ICS)

O sistema operacional Microsoft Windows possui, há muito tempo, um recurso que permite compartilhar a conexão de internet entre vários computadores. No Windows 7 esse recurso não foi esquecido!
O ICS (Internet connection sharing, ou compartilhamento de conexão de internet) transforma umcomputador em um roteador, com servidor de endereços IP (DHCP server) e tudo o mais. Com isso, usuários domésticos podem usar a sua conexão banda larga em mais de um computador, sem precisar comprar um roteador para isso.
Esse recurso é muito interessante quando, por exemplo, você tem apenas um computador em casa, mas aquele amigo da escola vai até sua casa com um notebook, e vocês precisam acessar a internet simultaneamente.
Mãos à obra:
O que você precisa:
Um computador com Windows 7 com conexão de internet funcionando e, pelo menos, uma conexão de rede além da usada para a internet (será chamado SERVIDOR);
Um cabo de rede cross-over;
Um segundo computador com Windows 7 e conexão de rede (será chamado CLIENTE);
No SERVIDOR, clique no botão INICIAR, digite NCPA.CPL na caixa de comandos e tecle ENTER;
Será exibida a janela de conexões de rede de seu computador: Selecione a conexão de entrada da internet (aquela à qual o cabo do seu modem está ligado), clique com o botão direito do mouse e, em sequida, clique com o botão esquerdo do mouse na opção PROPRIEDADES:
Na guia de propriedades da sua conexão de rede (no meu caso: Wireless Network Connection), selecione a guia (aba)COMPARTILHAMENTO (Sharing) e ative a caixaPermitir que outros usuários da rede se conectem… (Allow other network users…) e, em seguida, selecione qual conexão de rede será usada para que o computador CLIENTE se conecte ao SERVIDOR. Aqui vale uma observação: Nas imagens que usei, o computador SERVIDOR possui três conexões de rede, duas com cabo (Local Area Connection e Local Area Connection 2) e uma Wireless. A conexão wireless é usada como entrada de internet, uma das duas outras conexões é usada para que o computador CLIENTE se conecte ao SERVIDOR (cabo cross over).
Na figura abaixo, a conexão Local Area Connection 2 foi usada para conexão entre SERVIDOR e CLIENTE.
Um detalhe importante: Não ative a segunda caixa, que permite que outros usuários controlem o compartilhamento de internet;
Clique em OK e seu compartilhamento de conexão de internet estará pronto!
Agora, ligue um cabo de rede cross-over entre os computadores CLIENTE e SERVIDOR e, se tudo foi configurado corretamente, o computador CLIENTE passará a navegar pela internet.
A unica consideração sobre configurações no computador CLIENTE, é que sua conexão de rede deverá estar ajustada para obter o endereço IP automaticamente.
Caso você queira que mais de um computador CLIENTE se conecte ao computador SERVIDOR, poderá usar um HUB, que é tecnologicamente inferior aos ROTEADORES, e bem mais barato.
A próxima imagem mostra como fica a montagem do compartilhamento usando um HUB
Como podem ver, a montagem de uma pequena rede para compartilhamento de internet é, relativamente, simples.
Dúvidas, críticas, sugestões ? Deixe seu comentário.